Quantcast
Channel: Novos Insólitos - Notícias incríveis que nos fazem refletir
Viewing all 3439 articles
Browse latest View live

Tartarugas albinas raras nasceram na ilha de Vamizi em Moçambique

$
0
0

Fotografia © Joana Trindade | Seven Seas Travel Magazine

Há mais de dez anos que uma equipa de investigadores estuda as tartarugas de Vamizi, mas nunca tinham visto nada assim.

Quatro pequenas tartarugas albinas, de carapaça e corpo branco, nasceram na ilha de Vamizi, em Moçambique. Duas morreram, mas outras duas sobreviveram, juntamente com as três irmãs que não eram albinas. Há mais de dez anos que uma equipa de conservação estuda as tartarugas em Vamizi, mas foi a primeira vez que encontraram crias albinas.


Fotografia © Joana Trindade | Seven Seas Travel Magazine

Estas tartarugas têm a particularidade de também não terem pigmentação nos olhos, que são vermelhos. Esta é uma consequência frequente do albinismo, mas que não foi observada em tartarugas-verdes marinhas como estas. "Temos estado a fazer alguma pesquisa, e não conseguimos encontrar nenhum registo", explicou a investigadora Joana Trindade, à revista de viagens Seven Seas.

"Conseguimos recolher amostras de tecido das outras crias que não sobreviveram", disse Joana Trindade. "Esperamos fazer testes genéticos nestas amostras para perceber melhor a ciência por detrás de uma descoberta tão interessante".


Fotografia © Joana Trindade | Seven Seas Travel Magazine

As tartarugas foram encontradas numa das praias de Vamizi onde as tartarugas-verdes marinhas nidificam. Foram libertadas e todas viajaram até ao mar em segurança.

Foi em 2005 que o centro de investigação de Vamizi iniciou o seu trabalho, em cooperação com o World Wildlife Fund (WWF).



O mistério "+NDXOXCHWDRGHDXORVI+"

$
0
0


Se não sabe o que significa, não fique atrapalhado; se sabe, contacte a Biblioteca Britânica e poderá ajudar a resolver a frase-mistério da espada do século XIII.

A espada, com 1,2 quilos e 96,4 centímetros, forjada no século XIII, foi encontrada em 1825 no fundo do rio Witham, em Lincolnshire (Inglaterra).

Desde essa altura que investigadores tentam perceber o que significam as 18 letras que aparecem inscritas na lâmina.

Agora, e porque ninguém resolveu o mistério, a Biblioteca Britânica pediu ajuda: alguém sabe o que significa "+NDXOXCHWDRGHDXORVI+"?

A espada poderá ser de fabrico alemão, mas não há certeza.

fonte: TSF

Um raro video de um peixe-sapo

$
0
0
Um raro video de um peixe-sapo

É muito raro apanhar um peixe-sapo, pelo que esta gravação feita nas Filipinas merece alguma atenção. Esta espécie de peixe-sapo parece coberta de cabelos...

É considerado uma dos peixes mais misteriosos - sabe-se pouco porque raras vezes é visto pelo homem.

O turista John Hawkins teve, por isso, sorte, quando conseguiu filmar um exemplar, durante um mergulho nas Filipinas:


Conhecido pelo peixe-sapo cabeludo, o peixe ("Antennarius striatus") tem uma espécie de espinhos a cobrir todo o corpo - o que é uma preciosa ajuda para se alimentar.

fonte: TSF

Astronauta diz que extraterrestres tentaram impedir guerra nuclear na Terra

$
0
0

Edgar Mitchell esteve na Lua em 1971. Fotografia © Alan Shepard / NASA

Edgar Mitchell foi o sexto homem a pisar a Lua, em 1971, e há anos que fala do encobrimento da existência de extraterrestres.

O astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar a Lua, disse numa entrevista ao jornal The Mirror que um povo extraterrestre se deslocou à Terra com o intuito de impedir uma guerra nuclear. Já há vários anos que o astronauta reformado, hoje com 84 anos, faz alegações sobre vida extraterrestre que nunca foram corroboradas pela NASA, para a qual trabalhou.

Edgar Mitchell defende que falou com fontes do exército norte-americano, que disseram ter visto naves estranhas a sobrevoar as bases de mísseis e a zona de teste de armamento de White Sands. Mitchell já fala sobre a sua crença em extraterrestres desde que a sua alunagem o tornou numa figura pública.

"White Sands era uma zona de teste para armas atómicas", disse Edgar Mitchell ao jornal britânico The Mirror. "Era nisso que os extraterrestres estavam interessados. Queriam conhecer as nossas capacidades militares. Pela minha experiência, a falar do assunto com pessoas, torna-se claro que os extraterrestres estavam a tentar impedir-nos de entrar em guerra, e ajudar a criar paz na Terra".

Mitchell disse ao Mirror que falou com membros das forças armadas norte-americanas que lhe disseram que viam frequentemente OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados). "Outros militares, em bases no Pacífico, disseram-me que os mísseis de teste deles eram abatidos por naves de extraterrestres", acrescentou Mitchell.

Já em 2008, quando Mitchell fez alegações semelhantes numa entrevista, a NASA desmentiu que houvesse um programa de monitorização de extraterrestres ou um encobrimento de avistamentos e contacto com seres inteligentes de outros planetas. "O Dr. Mitchell é um grande americano, mas não partilhamos das suas opiniões neste assunto", disse a NASA, em comunicado.

Edgar Mitchell, que alunou na missão Apolo 14 em 1971, tem hoje 84 anos. Há anos que Mitchell exprime o seu apoio para com a ideia de que os avistamentos de OVNIs têm realmente uma origem extraterrestre, e escreveu um livro acerca das suas aprendizagens acerca do misticismo e das teorias relacionadas com extraterrestres.


Peru utiliza drones para registar locais arqueológicos

$
0
0

Drones utilizados no registo de locais arqueológicos no Peru Fotografia © Printscreen

O Ministério da Cultura peruano tem à sua disposição nove drones, que até ao momento já registaram 375 locais arqueológicos, 63,5% dos existentes na zona metropolitana de Lima.

O Peru, país sul-americano com um vasto património histórico, juntou drones às clássicas ferramentas de arqueologia para registar e proteger os seus locais arqueológicos de danos climáticos e humanos.

O uso destes equipamentos permitiu registar até ao momento 375 locais arqueológicos, que representam 63,5% daqueles que se encontram na zona metropolitana de Lima, na sua maioria perdidos entre edifícios e avenidas da cidade que possui mais de nove milhões de habitantes.


No vídeo publicado no YouTube pela PBS News é possível ver a forma como os drones estão a ser utilizados pelo ministério da Cultura peruano.

Enquanto um 'drone' não tripulado sobrevoa uma pirâmide pré-hispânica, no distrito de San Borja, o coordenador da área de fotografia cartográfica do Ministério da Cultura, Aldo Watanave, explica à agência espanhola de notícias EFE, que era difícil de elaborar um registo de locais arqueológicos quando não contavam com os 'drones'.

"Antes, para obter fotografias a partir do ar, tínhamos de consultar os registos de fotografia aérea dos anos 50, 60 ou 70, ou então tínhamos de esperar que um satélite passasse por uma determinada zona para obter a foto", explicou.

O responsável adiantou também "as muitas horas" que a equipa do Ministério da Cultura investia para obter os mapas à escala e a três dimensões de um sítio arqueológico.

Quase três anos depois do início do projeto, já são nove os 'drones' que se encontram à disposição da equipa de arqueologia para fazerem o registo, que é realizado todos os dias.

A frota é composta por quatro 'drones' de oito hélices, destinados a tirar as fotografias, e outros cinco, de quatro hélices, para fazer vídeo.

"As pessoas falam sempre de Machu Picchu, mas agora, com esta informação que está a ser recuperada, podemos mostrar que existem outros locais arqueológicos no Peru, mas que se pode conhecer os quase dez mil anos de história que temos", afirmou Aldo Watanave.


União Astronómica Internacional abre votação para nome de planetas

$
0
0

Fotografia © Printscreen

Pela primeira vez a União Astronómica Internacional vai permitir que, até 31 de agosto, o mundo escolha os noes de planetas e estrelas fora do Sistema Solar.


Começa hoje e acaba no dia 31 de agosto a votação para o nome de 15 estrelas e 32 planetas fora do Sistema Solar. No site da União Astronómica Internacional (UAI)é possível votar no nome dos vários astros, mas não é possível sugerir nomes.

Esta é a primeira vez que a UAI permite que pessoas de todo o mundo escolham nomes para planetas e estrelas. Alguns dos nomes escolhidos são bastante engraçados. Uma das hipóteses para a estrela PSR 1275+12, orbitada por três planetas, é "Rock'n'Roll Star" e os nomes dos planetas seriam "Rockie", "Andie" e "Rollie". Na descrição do nome pode ler-se "uma ritmada estrela dançante que tem Rockie, Andie e Rollie".

As votações terminam no dia 31 e cada pessoa pode votar apenas uma vez para cada planeta ou estrela. No site é possível ver todas as sugestões acompanhadas de uma pequena descrição sobre aquele nome.


Cometa 67P emite "duas banheiras" de vapor de água por segundo

$
0
0

Fotografia © ESA

À distância segura de 327 quilómetros, a sonda Rosetta observou a atividade do cometa na sua passagem mais próxima do Sol.

O cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko fez ontem a sua aproximação máxima ao Sol, no meio do "fogo de artifício" dos vapores e das poeiras emitidos pelo seu próprio núcleo, por causa do aumento da temperatura, e a sonda europeia Rosetta estava lá, a registar tudo, a uma distância prudente de 327 quilómetros - há uma semana que os controladores de voo da ESA colocaram a sonda nesse ponto de observação seguro. Quanto ao módulo de aterragem Philae, a ESA ainda não perdeu a esperança de voltar a contactá-lo e de o ter de volta ao trabalho, para colher amostras do chão do 67P.

O momento de maior proximidade ao Sol, a cerca de 186 milhões de quilómetros, ocorreu de madrugada, quando eram três da manhã em Lisboa, e para os cientistas da missão, as próximas semanas vão ser frenéticas, a receber e a integrar os dados, para poderem fazer o retrato mais detalhado de sempre de um evento deste tipo.

Os primeiros resultados indicam já, no entanto, que a intensa atividade do núcleo do cometa está produzir nesta fase a emissão de cerca de 300 kg de vapor de água por segundo, o que equivale a duas banheiras cheias de água a cada segundo que passa, explica a ESA.

Em relação ao ano passado por esta altura, quando a Rosetta chegou à órbita do 67P, a atividade do cometa aumentou cerca de mil vezes, o que se explica pela sua maior proximidade do Sol, agora. Há um ano, a atividade do cometa, tal como a Rosetta observou logo à chegada, correspondia à emissão de de 300 g por segundo de vapor de água, o correspondente a dois copos de água.

Num recanto do núcleo do 67P, o módulo de aterragem Philae mantém-se, entretanto, calado há mais de um mês, depois de, em junho, ter voltado a dar sinal de vida, quando as suas baterias voltaram a ter energia suficiente para isso. Ontem, na conferência da ESA transmitida através da Internet para assinalar a passagem do cometa no periélio, o tal ponto da sua órbita mais próximo da estrela, a engenheira responsável pelo Philae, Barbara Cozzoni, afirmou que a sua equipa mantém "a esperança de voltar ao contacto" com ele. Nesta altura, "o problema não são as baterias, mas as comunicações", afirmou a sua colega Aurelie Moussi. A equipa já apurou que o Philae tem um dos transmissores avariados e que os seus recetores também não estão a funcionar a cem por cento.

Apesar disso, a ideia é continuar e tentar o contacto para conseguir que o Philae recolha amostras do solo e as analise, e envie esses resultados para a Rosetta, que por sua vez os retransmitirá para o centro de controlo em terra. Essa informação poderá vir a fornecer novas pistas sobre a formação dos planetas do sistema solar e sobre o surgimento da vida, pelo menos num deles, a Terra.

Cápsulas do tempo feitas de rocha, água gelada e moléculas orgânicas, os cometas encerram talvez a chave para compreender melhor todo esse processo misterioso da formação do sistema solar e da vida. É por isso que os cientistas esperam novidades do estudo detalhado deste 67P, que se iniciou há um ano com a Rosetta e que vai continuar ainda durante mais um ano pelo menos, com a sonda a permanecer na sua órbita.

Nos próximos meses, com a atividade do 67P a abrandar à medida que ele se afasta do Sol, a Rosetta vai voltar para uma órbita mais próxima do núcleo do cometa, o que permitirá recolher novos dados da sua superfície e perceber o que mudou ali depois deste período de maior atividade. "É a primeira primeira vez que podemos fazer um estudo destes", notou, satisfeito, Joel Parker, outro cientista da Rosetta, na conferência da ESA.


Planeta "irmão" de Júpiter descoberto a 100 anos-luz de distância

$
0
0

Fotografia © Instituto Seti/ Danielle Futselaar e Franck Marchis

Um novo sistema instalado na Terra desenhado para captar imagens de planetas fora do sistema solar descobriu o seu primeiro astro.

O planeta foi chamado 51 Eridani b e foi descoberto pelo Gemini Planet Imager, o sistema montado no telescópio Gemini South no Chile. O Eridani b encontra-se a cerca de 100 anos luz do Sistema Solar. O exoplaneta tem uma massa duas vezes maior do que Júpiter mas de resto é muito semelhante ao nosso gigante vizinho. A sua atmosfera é rica em metano, um elemento também presente na atmosfera de Júpiter.

"Muitos dos astrónomos de exoplanetas tinham imagens de atmosferas que pareciam estrelas, este parece um planeta" disse Bruce Macintosh, co-autor do estudo sobre o novo planeta, citado pelo Mashable.

O Gemini Planet Imager capta imagens diretas dos exoplanetas, ao contrário do telescópio espacial Kepler, que procura sinais da existência de planetas através da redução da luninosidade da estrela que eles orbitam quando estes passam em frente a ela.


O Eridani b é na verdade mais novo que Júpiter e está mais afastado da sua estrela do que Júpiter está do Sol. No nosso Sistema Solar, este novo planeta orbitaria entre Saturno e Urano.

Também a estrela daquele sistema, 51 Eridani, é muito mais nova que o Sol: este tem 4,5 mil milhões de anos e a 51 Eridani tem apenas 20 milhões de anos.

Esta relativa juventude da 51 Eridani, já com um sistema planetário associado, vem contribuir para a discussão científica de como se formam os planetas.

Existem duas teorias dominantes sobre a formação de planetas: uma defende que os planetas têm maioritariamente um inicio "frio"; outra de que tiveram um inicio "quente".

Os planetas do Sistema Solar terão tido um ínicio "frio", ou seja, formaram-se através da junção de pequenas particulas, até que é criado um núcleo firme, que depois atrai gases para que seja formada uma atmosfera.

Por outro lado, os planetas podem ter um ínicio "quente", em que os materiais do disco solar - material solar que sobra da formação da estrela - em movimento rápido, se junta em aglomerados que criam de formam muito mais rápida os planetas.

Muitos dos exoplanetas descobertos até agora poderiam ter surgido através do processo "quente". No entanto, o 51 Eridani b "é o primeiro que está suficientemente frio e suficientemente perto de uma estrela para ter sido formado à 'maneira antiga'" disse Macintosh, ou seja, como aconteceu em órbita do Sol. O que leva este cientista a dizer que "todo este sistema planetário pode ser muito parecido com o nosso".



Raposa encontrada a dormir em parapeito do segundo andar de casa de luxo

$
0
0

Fotografia © Paul C | Via Twitter | paulsw11

"Há imensas neste bairro, mas quando vi esta foi difícil sentir-me zangada", disse uma residente de Notting Hill, em Londres.

Uma raposa causou alvoroço no bairro londrino de Notting Hill esta quarta-feira, quando foi avistada a dormir uma sesta num parapeito do segundo andar de uma casa. De acordo com o jornal Evening Standard, a raposa passou grande parte da tarde a dormir no parapeito, atraindo a atenção dos residentes do bairro e de quem estava de passagem.

"Há imensas aqui no bairro, estão sempre nos nossos jardins, parece que as casas são delas", disse uma residente, Rachel Johnson, ao Evening Standard. "Mas quando vi esta, foi difícil sentir-me zangada".

A raposa subira ao parapeito de uma casa chamada Elgin Crescent. Rachel Johnson propôs que a raposa tivesse subido pelos andaimes erguidos na casa do lado, que se encontra em obras.


Vídeo raro apanha "Monstro do esparguete voador" ao largo de Angola

$
0
0

Atenção: esta notícia está publicada na secção de "ciência". Sim, o "Monstro de esparguete voador"é um animal. Tão estranho como o nome.

O nome do animal é sifonóforo, mas passou a ser conhecido como "Monstro de espaguete voador".

O vídeo foi registado pela BP Global ao largo da costa de Angola, junto a um poço de petróleo:


O sifonóforo, da família das alforrecas, ficou a ser conhecida pelo nome de "monstro de esparguete voador", devido às "provocações" da religião Pastafarianismo...

fonte: TSF

Bombeiros e polícia perseguem "fantasma"

$
0
0

A estranha aparição da sombra de uma figura humana, a que alguns não hesitam em chamar "fantasma", está a deixar perplexos os habitantes de Villa Quillino, Argentina. Os bombeiros já perseguiram a sombra e a polícia abriu uma investigação.

A história pode ser mais um dos muitos mitos urbanos, frequentes em cidades do interior, diz o site "argnoticias", mas é o assunto que anda nas bocas de toda a gente, naquela pequena cidade ao norte de Córdoba, onde são os próprios bombeiros a contar aquilo que foi uma espécie de "perseguição ao fantasma" na noite de quinta-feira.

"Os elementos dos bombeiros contam que durante a noite viram uma figura encapuçada, um pouco encurvada, a descer de uma árvore junto ao quartel", descreve o site "Informados Diario".

Segundo o mesmo relato, os bombeiros, munidos de lanternas, seguiram a estranha figura, que tentou esconder-se num pátio. Mas, ao ver-se encurralada, "tomou forma de pássaro e fugiu do local" .

O incrível da história é que as autoridades da província de Ischilín confirmam o relato e que foi aberto um processo de investigações. E, para "garantir a segurança de todos", a polícia decidiu mesmo reforçar o patrulhamento noturno.


Primeira planta que deu flor era da Península Ibérica

$
0
0

Fotografia © David Dilcher

Nova análise de fósseis descobertos nos Pirenéus permitiu descobrir estruturas que tinham passado despercebidas

Tem 125 a 130 milhões de anos, é provavelmente uma das primeiras plantas com flor que existiu no planeta e existiu muito por cá, na Península Ibérica. A reinterpretação de um conjunto de fósseis descobertos aqui, na região dos Pirenéus, permitiu agora a um grupo de investigadores espanhóis, franceses, alemães e dos Estados Unidos descobrir o rasto a essa primeira e mítica planta floral. O estudo foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Designada Montsechia vidalii pelos botânicos, a planta era aquática e muito abundante, sobretudo, nos Pirenéus. Já se conheciam inúmeros fósseis da planta, muitos deles descobertos há cerca de cem anos, justamente, na parte ibérica daquela cadeia montanhosa, mas o seu alcance científico não estava bem avaliado. Por causa disso, era uma outra planta, a Archaefructus, oriunda da China a que até agora era considerada uma das primeiras plantas com flor.

O novo estudo, que foi coordenado por Bernard Gomez, da universidade francesa de Lyon e por David Dilcher, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, fez uma reanálise dos fósseis encontrados nos Pirenéus, com tecnologias avançadas de estereoscopia, microscopia de luz e microscopia eletrónica, e isso permitiu observar nos fósseis a presença de estruturas que só estão presentes em plantas que dão flor e que tinham passado despercebidas em anteriores estudos dos fósseis.

"A primeira flor é tecnicamente um mito, é como o primeiro ser humano, mas graças a este trabalho sabemos agora que a Montsechia é pelo menos contemporânea, se não mais antiga ainda que a Archaefructus", afirma David Dilcher, citado num comunicado da sua universidade.


Vala comum encontrada na Alemanha revela violência no Neolítico

$
0
0

Os dados obtidos sugerem que os "massacres de comunidades inteiras não eram ocorrências isoladas".

Uma vala comum encontrada na Alemanha com pelo menos 26 esqueletos de humanos que viveram no Neolítico mostra que os conflitos há cerca de sete mil anos na Europa podiam ser brutais: crânios esmagados e ossos partidos contam uma história de violência, com tortura e mutilação das vítimas.

O achado, em Schöneck-Kilianstädten, perto de Frankfurt, traz novas provas para a teoria de que a violência em massa desempenhou um papel crucial no início da era do Neolítico e pode ter contribuído para o declínio das primeiras comunidades de agricultores e criadores de gado no centro da Europa.

As conclusões são de um estudo publicado na segunda-feira, na revista da Academia de Ciências dos Estados Unidos.

O significado destas valas comuns - que continuam a ser raras - tem sido alvo de intensos debates entre especialistas. A última vala comum foi encontrada em 2006 na Alemanha durante a construção de uma estrada.

Até à data, os dados obtidos sugerem que os "massacres de comunidades inteiras não eram ocorrências isoladas, mas frequentes nas últimas fases" da cultura da cerâmica linear, concluíram os autores.

As análises dos 26 esqueletos encontrados na vala indicam que as vítimas não foram enterradas de acordo com os rituais funerários típicos da época. A maior parte das vítimas era do sexo masculino, homens e crianças entre os 12 e os 13 anos. Muitos tinham as pernas partidas.

"Achamos que toda a comunidade foi morta, com a exceção das mulheres mais jovens, uqe podem ter sido capturadas e levadas", disse Christian Meyer ao DW.


Cassini faz última tentativa para compreender "enigma" de Dione

$
0
0
Cassini faz última tentativa para compreender "enigma" de Dione

Dione vista da Cassini em junho de 2015

A sonda Cassini faz hoje o último voo rasante sobre uma das luas de Saturno que mais intriga os cientistas, Dione.

A Cassini vai passar a menos de 474 quilómetros da superfície gelada de Dione, naquele que será o quinto e último voo rasante em busca de sinais de atividade geológica.

"Dione continua a ser um enigma, já que temos pistas de processos geológicos ativos, inclusivamente evidências de vulcões de gelo, mas nunca encontramos a arma fumegante", disse Bonnie Buratti, da equipa de cientistas no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL), na Califórnia.

A Cassini segue de Dione para outras luas até o fim deste ano. Depois começará a preparar o seu fim, que acontecerá quando se lançar na atmosfera de Saturno (aponta-se para setembro de 2017).

A Cassini foi projetada para durar quatro anos, mas está há mais de 10 na órbita de Saturno.

fonte: TSF

Cientistas descobrem lago seco em Marte e querem procurar indícios de vida

$
0
0
Cientistas descobrem lago seco em Marte e querem procurar indícios de vida

MarsTrek/NASA/Brian M. Hynek et al.

Um lago, que agora está seco em Marte, teve água há milhões de anos; se teve água, pode ter tido vida, acreditam cientistas.

Os investigadores da Universidade do Colorado garantem ter identificado uma zona em Marte onde poderá haver indícios de vida microbiana: a bacia de uma lago.

Os cientistas partem do pressuposto de que se houve água há milhões de anos em Marte aumentam as probabilidades de ter existido algum tipo de vida.

Agora o desafio é encontrar esses potenciais micro-organismos vivos.

"Existia vida na Terra quando este lago em Marte estava ativo e, por analogia, poderemos afirmar que é possível que Marte também tenha tido vida microbiana", disse Brian Hynek, investigador da Universidade de Colorado, em Boulder.


fonte: TSF


Rússia vai mostrar caça secreto

$
0
0
Rússia vai mostrar caça secreto

É um segredo com quase 30 anos - como ficou a última versão do Mig 1.44, o avião que os russos queriam que rivalizasse com os caças norte-americanos F-22?

Um canal de televisão russo anunciou que o Ministério de Defesa de Moscovo autorizou a apresentação do Mig 1.44 durante o festival de aviação MAKS, em Zhukovsky, que começa na próxima semana perto da capital russa, e com a presença de Putin.

Pouco se sabe deste protótipo pensado para enganar os radares inimigos e permanecer invisível nos ecrãs.

A Rússia manteve o projeto em sigilo ao longo de 30 anos e apenas há registo de um voo, no ano 2000 - espera-se que versão final deste caça seja muito diferente.

fonte: TSF

Tubarão gigante dá à costa

$
0
0

Predador encontrado na Austrália. 

As fotos de um tubarão de seis metros encontrado na Austrália estão a inundar as redes sociais. 

O animal foi transportado num barco de pesca e a sua mandíbula foi retirada para troféu.


150 crocodilos numa casa

$
0
0

Zoo de répteis resgatou os animais. 

Um zoo de répteis resgatou 150 crocodilos de uma casa em Toronto, no Canadá. "Eu não conseguia acreditar que alguém podia ter tantos crocodilos e tê-los criado até à idade adulta", disse um responsável do zoo à americana CBS Radio. 

O mesmo não revelou a localização da casa onde os animais estavam, apenas que se situava numa zona residencial da cidade e que os crocodilos estavam dentro de aquários. 


Há novas imagens do maior tubarão alguma vez filmado

$
0
0



É uma fêmea, tem seis metros de comprimento e pesa mais de duas toneladas. Chama-se "Deep Blue"

Foram divulgadas, esta semana, novas imagens do maior tubarão alguma vez filmado. É um tubarão branco e tem seis metros de comprimento e mais de duas toneladas. 

Trata-se de uma fêmea grávida, conhecida por “Deep Blue”, que deverá ter mais de 50 anos.


As imagens foram capturadas em 2013 por Mauricio Hoyos Padilla, um biólogo marinho que se encontra a angariar fundos para ajudar a proteger os tubarões na área, mas só agora foram partilhadas no Facebook

"Deep Blue" foi apanhada em câmara enquanto nadava pela ilha de Guadalupe, nas Caraíbas. 

O vídeo conta já com mais de 2,8 milhões de visualizações na rede social. 

Em junho deste ano já tinham sido divulgadas imagens impressionantes do tubarão. Recorde aqui

fonte: TVI 24

Vídeo. Robô humanóide de empresa da Google é capaz de correr fora do laboratório

$
0
0

Atlas é o primeiro robô bípede da Boston Dynamics a aventurar-se no exterior. É capaz de se equilibrar mesmo em terreno irregular, como o de um bosque.

O robô Atlas, criado pela Boston Dynamics, empresa comprada pela Google (e agora parte do grupo Alphabet), foi apresentado na conferência Fab Lab 11 em Cambridge, Massachussets, EUA, no início do mês. A empresa que já tinha criado o robôt cheetah e o BigDog, mostrou este humanóide robótico, que vem juntar-se ao Petman, criado em 2013.

Esta semana, a Boston Dynamics divulgou um video do Atlas a correr no exterior. O momento é significativo pois, apesar de robôs de "quatro patas" como o BigDog já terem sido filmados a correr em ambientes de floresta e de cidade, é a primeira vez que um robô bípede demonstra ser capaz de andar em terreno irregular, fora de portas (os testes realizados e divulgados ao Petman eram todos no interior).


A escalada em vídeo foi uma oprtunidade de testar o equilíbrio e a capacidade do robô para responder a um ambiente imprevisível. "No exterior é um desafio completamente diferente do que no laboratório", disse Marc Raibert, fundador da empresa, durante a conferência em Cambrigde.

O principal financiamento da empresa é militar, vem da DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa) que está a tentar desenvolver robôs que possam atuar em situações de guerra e de catástrofes naturais que não sejam seguras para os humanos. O Atlas ainda não está pronto para se aventurar por conta própria, uma vez que ainda depende de uma ligação permanente para ter energia.

"Não digo que ele consiga fazer tudo como nós, mas podem imaginar que nós vamos lá chegar", disse Raibert.


Viewing all 3439 articles
Browse latest View live